<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099</atom:id><lastBuildDate>Wed, 28 Oct 2009 09:04:16 +0000</lastBuildDate><title>Comédia em Pé</title><description>É assim o império das idéias, assim como os impérios da riqueza e do poder, vão e vêm!</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>187</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-753875291347267284</guid><pubDate>Wed, 04 Mar 2009 02:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-03T18:11:40.133-08:00</atom:updated><title>Trânsito</title><description>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9vVVCFRfIYg/Sa3jW-AVfVI/AAAAAAAAAPw/Xx7VU4NvUiA/s1600-h/image-upload-123-799139.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_9vVVCFRfIYg/Sa3jW-AVfVI/AAAAAAAAAPw/Xx7VU4NvUiA/s320/image-upload-123-799139.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Movido a gás&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-753875291347267284?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2009/03/transito.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9vVVCFRfIYg/Sa3jW-AVfVI/AAAAAAAAAPw/Xx7VU4NvUiA/s72-c/image-upload-123-799139.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-1256590516451622544</guid><pubDate>Fri, 30 Jan 2009 10:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-30T02:22:21.490-08:00</atom:updated><title>Tanto faz...</title><description>Tanto faz quem você é,tanto faz quem você ama;&lt;br /&gt;Tanto faz a sua crença,tanto faz a sua grana;&lt;br /&gt;Tanto faz seu passado,tanto faz suas mágoas;&lt;br /&gt;Tanto faz suas glórias,tanto faz a sua causa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-1256590516451622544?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2009/01/tanto-faz.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-3078635601297475001</guid><pubDate>Sun, 04 Jan 2009 02:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-03T18:22:48.571-08:00</atom:updated><title>Bolacha de Água e Sal</title><description>Gosto quando vou brincar na rua&lt;br /&gt;Gosto quando encontro meu amigo&lt;br /&gt;Gosto quando a mãe do meu amigo&lt;br /&gt;Me oferece uma bolacha&lt;br /&gt;De água e sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de bolacha sem açucar&lt;br /&gt;Gosto de bolacha sem recheio&lt;br /&gt;Gosto de bolacha sem perfume&lt;br /&gt;Gosto do que é normal&lt;br /&gt;Uma bolacha de água e sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É... uma coisa natural&lt;br /&gt;É... barato e não faz mal&lt;br /&gt;De qualquer marca&lt;br /&gt;É tudo igual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a gente está meio enjoado&lt;br /&gt;Quando a gente está passando mal&lt;br /&gt;Quando a gente fica aperreado&lt;br /&gt;Bolacha de água e sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a minha avó era criança&lt;br /&gt;Quando a vida era sempre igual&lt;br /&gt;Lá na roça acordavam cedo&lt;br /&gt;Pra comer bolacha de água e sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o meu avô era criança&lt;br /&gt;Veio num navio de portugal&lt;br /&gt;A viagem ficou na lembrança&lt;br /&gt;Só comiam bolacha de água e sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu gosto é radical&lt;br /&gt;Gosto porque é fundamental&lt;br /&gt;Farinha, fermento, água e sal&lt;br /&gt;Simplicidade, no trivial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um dia você for lá em casa&lt;br /&gt;Pra brincar comigo no quintal&lt;br /&gt;Vamos combinar um pic nic&lt;br /&gt;Pra comer muita bolacha&lt;br /&gt;De água e sal&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-3078635601297475001?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2009/01/bolacha-de-gua-e-sal.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-5249883202587167262</guid><pubDate>Sun, 04 Jan 2009 02:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-03T18:19:32.994-08:00</atom:updated><title>Pra quem vive uma vida inteira</title><description>Ser assim é uma delícia&lt;br /&gt;Desse jeito como eu sou&lt;br /&gt;De outro jeito dá preguiça&lt;br /&gt;Sou assim, pronto e acabou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comida de costume&lt;br /&gt;Como bem e não regulo&lt;br /&gt;Mas tem sempre alguns legumes&lt;br /&gt;Que eu não sei como eu engulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeira, choradeira&lt;br /&gt;Pra quem vive uma vida inteira&lt;br /&gt;Mentirinha, falsidade&lt;br /&gt;Pra quem vive só pela metade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeira, choradeira&lt;br /&gt;Pra quem vive uma vida inteira&lt;br /&gt;Mentirinha, falsidade&lt;br /&gt;Pra quem vive só pela metade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém me desaponta&lt;br /&gt;Paro tudo e dou um tempo&lt;br /&gt;Dali a pouco eu me dou conta&lt;br /&gt;Que ninguém é cem por cento&lt;br /&gt;Seja um príncipe ou um sapo&lt;br /&gt;Seja um bicho ou uma pessoa&lt;br /&gt;Até mesmo um pé de nabo&lt;br /&gt;Tem alguma coisa boa&lt;br /&gt;Tem alguma coisa boa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeira, choradeira&lt;br /&gt;Pra quem vive uma vida inteira&lt;br /&gt;Mentirinha, falsidade&lt;br /&gt;Pra quem vive só pela metade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-5249883202587167262?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2009/01/pra-quem-vive-uma-vida-inteira.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-7701024838297857257</guid><pubDate>Mon, 29 Dec 2008 09:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-29T01:59:05.508-08:00</atom:updated><title>Sonho versus vida real</title><description>Foi naquele dia, na mesa da cozinha, que a ficha caiu: meu projeto só sairia do papel com o aval da minha mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vou conseguir pagar a sua faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase me soou como afronta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim, não vai pagar a “minha” faculdade? – falei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse orgulho infantil ainda quase me faz pôr tudo a perder. Quis provar que, se tudo não seguisse como eu havia planejado, a culpa seria exclusivamente de minha mãe. Eu tinha os planos; ela deveria apenas patrociná-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem... Então ficarei aqui em Conchas fazendo bico e me virando como der.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando lembro a frieza e o desdém com que eu disse esta frase, fico ainda mais convencido de que nenhuma mãe deve ter a obrigação de bancar a vontade dos filhos, custe o que custar. As lembranças que ainda tenho daquele dia, mesmo que não sejam exatamente como tudo se sucedeu, acabou por determinar grande parte do respeito que passei a ter pela minha mãe. A mistura de vergonha e arrependimento alimenta a mea-culpa que pretendo carregar pelo resto de minha vida. Não sei qual é a avaliação que ela fez de minha atitude, mas não aparentava ter ficado com qualquer tipo de mágoa. É claro naquele momento o instinto materno deve ter suprimido a sua extrema racionalidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-7701024838297857257?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/12/sonho-versus-vida-real.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-512911208231243102</guid><pubDate>Fri, 21 Nov 2008 10:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-21T02:46:51.130-08:00</atom:updated><title>moral</title><description>Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades&lt;br /&gt;matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso&lt;br /&gt;fazendo o mesmo. O urso se vira para ele e diz:&lt;br /&gt;- Hei, coelhinho, você solta pêlos?&lt;br /&gt;O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:&lt;br /&gt;- De jeito nenhum! Venho de uma linhagem muito boa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o urso pegou o coelhinho e limpou o cú com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MORAL DA HISTÓRIA: CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:&lt;br /&gt;- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão,&lt;br /&gt;bombado! Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo... Já contei pra todo mundo!!!&lt;br /&gt;MORAL DA MORAL: VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-512911208231243102?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/11/moral.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-554512205105112997</guid><pubDate>Thu, 13 Nov 2008 14:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-13T06:03:16.480-08:00</atom:updated><title>Vista da janela</title><description>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9vVVCFRfIYg/SRwzofJd5pI/AAAAAAAAAOU/w4mO4WlpP_s/s1600-h/image-upload-11-793372.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_9vVVCFRfIYg/SRwzofJd5pI/AAAAAAAAAOU/w4mO4WlpP_s/s320/image-upload-11-793372.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Falta um pouco verde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-554512205105112997?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/11/vista-da-janela.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9vVVCFRfIYg/SRwzofJd5pI/AAAAAAAAAOU/w4mO4WlpP_s/s72-c/image-upload-11-793372.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-9001186773266117370</guid><pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-07T09:32:06.118-08:00</atom:updated><title>Quase</title><description>Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.&lt;br /&gt;É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.&lt;br /&gt;Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.Não é q ue fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-9001186773266117370?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/11/quase.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-3251767325199112358</guid><pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-07T09:29:48.424-08:00</atom:updated><title>Author: Veronica A. Shoffstall (1971)</title><description>After a while, you learn the subtle difference &lt;br /&gt;Between holding a hand and chaining a soul, &lt;br /&gt;And you learn that love doesn't mean leaning &lt;br /&gt;And company doesn't mean security, &lt;br /&gt;And you begin to learn that kisses aren't contracts &lt;br /&gt;And presents aren’t promises. &lt;br /&gt;And you begin to accept your defeats &lt;br /&gt;With your head up and your eyes open, &lt;br /&gt;With the grace of an adult, not the grief of a child, &lt;br /&gt;And learn to build all your roads on today &lt;br /&gt;Because tomorrow's ground is too uncertain for plans, &lt;br /&gt;And futures have a way of falling down in mid-flight. &lt;br /&gt;And after a while, you learn &lt;br /&gt;That even sunshine burns if you get too much. &lt;br /&gt;So you plant your own garden and decorate your own soul,&lt;br /&gt;Instead of waiting for someone to bring you flowers. &lt;br /&gt;And you learn that you really can endure . . . &lt;br /&gt;That you really are strong And you really do have worth &lt;br /&gt;And you learn and learn . . . &lt;br /&gt;With every goodbye, you learn.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-3251767325199112358?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/11/author-veronica-shoffstall-1971.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-6408718573791748001</guid><pubDate>Wed, 05 Nov 2008 12:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-05T04:13:31.901-08:00</atom:updated><title>A gente se acostuma.</title><description>Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.&lt;br /&gt;Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se acostuma para poupar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-6408718573791748001?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/11/gente-se-acostuma.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-3574527251871567488</guid><pubDate>Mon, 03 Nov 2008 15:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-03T07:09:17.880-08:00</atom:updated><title>A morte devagar</title><description>Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-3574527251871567488?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/11/morte-devagar.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-4814327637844829667</guid><pubDate>Wed, 29 Oct 2008 11:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-29T04:55:54.203-07:00</atom:updated><title>Frase</title><description>"Confia no Deus eterno de todo o seu coração e não se apóie na sua própria inteligência. Lembre-se de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-4814327637844829667?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/frase.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-4110003715001025044</guid><pubDate>Wed, 29 Oct 2008 11:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-29T04:55:12.002-07:00</atom:updated><title>Só Por Hoje Dando a volta por cima</title><description>Pensamentos sobre o passado - ou sobre o futuro - podem destruir-nos a esperança de que precisamos para recuperar. Fantasiar sobre a maravilha que a vida foi - ou poderá vir a ser - pode impedir-nos de pôr em prática coisas no mundo real. É por isso que  falamos sobre viver e estar o "só por hoje". Sabemos que podemos mudar. Viemos a acreditar que o nosso Poder Superior pode voltar a pôr as nossas mentes e os nossos corações no lugar. Podemos lidar com a destruição do nosso passado através dos passos. Ao mantermos a nossa recuperação, "só por hoje", evitamos criar problemas no futuro.&lt;br /&gt;A vida em recuperação não é nenhuma fantasia. Sonhar de como foi bom usar, ou de como poderemos sair-nos bem a usar no futuro, ilusões de como tudo poderia ser ótimo, ou ainda expectativas exageradas que nos levam à desilusão e à recaída, acabam por perder todo o seu poder através do programa. Procuramos a vontade de Deus, e não a nossa. Procuramos servir os outros, e não nós mesmos. O nosso egocentrismo desaparece, assim como a importância que damos às ilusões de que tudo foi ótimo e poderá vir a ser. À luz da recuperação apercebemo-nos da diferença entre a fantasia e a realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-4110003715001025044?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/s-por-hoje-dando-volta-por-cima.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-5016965335146865265</guid><pubDate>Fri, 17 Oct 2008 12:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-17T05:54:12.214-07:00</atom:updated><title>Rock da Vovó</title><description>Nas viagens que eu fazia, nunca me preocupei&lt;br /&gt;Com o tempo, com o clima&lt;br /&gt;Muito menos com você&lt;br /&gt;Eu queria fugir daqui, eu não tava nem aí&lt;br /&gt;Com a vida, com a morte&lt;br /&gt;Triste sorte que eu quis pra mim&lt;br /&gt;Bastava só uma dose pra eu viajar&lt;br /&gt;Eu dancei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha avó que me dizia: "filho, não vá se arriscar&lt;br /&gt;Nesse mundo tem viagens que não dá pra voltar!"&lt;br /&gt;Foi ela mesmo que me disse pra eu te procurar&lt;br /&gt;Pois você tinha uma passagem guardada, pra eu retornar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra deixar a seringa&lt;br /&gt;Busquei de coração&lt;br /&gt;você me libertou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu deixei aquela droga de vida&lt;br /&gt;Você me tirou daquela vida de droga&lt;br /&gt;Achei a paz que eu queria&lt;br /&gt;Foi Você quem deu&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-5016965335146865265?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/rock-da-vov.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-8612822744661573172</guid><pubDate>Wed, 15 Oct 2008 14:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-15T07:29:29.129-07:00</atom:updated><title>Minha Guerrilha Particular</title><description>Parece fácil acreditar que o importante é ter vontade de lutar, pra vencer no final&lt;br /&gt;Eu até pensei em desistir&lt;br /&gt;Eu nunca achei que eu poderia conseguir derrotar quem me fez mal&lt;br /&gt;Parece fácil... se a estratégia possível é ir me defendendo&lt;br /&gt;Está dando certo&lt;br /&gt;Eu estou sobrevivendo&lt;br /&gt;Eu sou um herói numa guerrilha particular&lt;br /&gt;O que não me destrói é o que me faz continuar&lt;br /&gt;Quanto mais se tem opções mais me vêm com proibições é impressionante&lt;br /&gt;Só me dão idéia errada levantar bandeira de geração pra quê se eu acho que esse papo de geração é coisa da geração passada&lt;br /&gt;Basta existir pra que tenha alguém me julgando&lt;br /&gt;Querem mandar em mim&lt;br /&gt;E eu não estou colaborando&lt;br /&gt;Eu sou um herói...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-8612822744661573172?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/minha-guerrilha-particular.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-4741330312726543725</guid><pubDate>Tue, 14 Oct 2008 11:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-14T04:52:09.256-07:00</atom:updated><title>O inesperado!</title><description>Você segurou uma onda braba,&lt;br /&gt;ninguém nem se deu conta disso e pensou:&lt;br /&gt;tem que fazer algum sentido, deve haver um por quê pra tudo isso acontecer.&lt;br /&gt;E assim, com todas as cobranças, de verdade perdeu a esperança.&lt;br /&gt;De que lado todo mundo vai estar quando você mais precisar?&lt;br /&gt;E tudo muda da maneira mais absurda.&lt;br /&gt;O improvável, o inesperado uma rapidez que não se tem noção,&lt;br /&gt;O improvável, o inesperado pra você ver como as coisas são&lt;br /&gt;Seu estilo sempre foi tudo acontecer da forma mais emocionante,&lt;br /&gt;tudo a flor da pele, correndo o risco, fica de lado o prevísivel e o calculado.&lt;br /&gt;O improvável, o inesperado uma rapidez que não se tem noção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-4741330312726543725?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/o-inesperado.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-1613448824941848249</guid><pubDate>Fri, 10 Oct 2008 11:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-10T04:38:06.141-07:00</atom:updated><title>textos</title><description>Resumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que significa pensar a anormalidade nos tempos atuais; tempos estes denominados, por alguns autores, de pós-modernos? Tempos de uma condição pós- moderna, condição esta tida como efêmera, tempo no qual se perde a noção de evolução – noção típica da modernidade. Nesta forma de pensar o mundo, será fácil definir padrões e regras do que é ser normal em contrapartida com o que é ser anormal? Na contemporaneidade, é complexo pensarmos sobre a anormalidade, pois,anormalidade deve estar relacionada a algo muito mais complexo e dinâmico do que simplesmente a dualidade normalidade x anormalidade. Existem muitas nuances entre esta questão binária, várias interpelações: históricas, políticas, econômicas, sociais e principalmente culturais. Acredito que o exercício de pensarmos sobre as diferenças, os diferentes e propriamente os referenciados como anormais, possibilitará questionarmos muitas verdades estabelecidas e tidas como norma,como padrão de normalidade. Esta reflexão permitirá a problematização de muitas questões, ou mesmo realizar outras perguntas, de suma importância para a elaboração de um novo olhar sobre a realidade, um olhar mais arejado, menos comprometido com tabus, preconceitos e verdades préestabelecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINK : &lt;a href="http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_Correa.pdf"&gt;http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_Correa.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;O presente artigo discute o racismo como efeitos de olhar em um duplo sentido: no que de especular reconhecemos do Outro e, conseqüentemente, os afetos ambivalentes que reeditam em nós; e naquilo que fazem traduzir em termos das práticas de disciplinamento a que estamos sujeitos historicamente.&lt;br /&gt;Portanto, a tese defendida é que as práticas de normalização a que submetemos os anormais se mantêm, e são reproduzíveis, porque põem em ação um conjunto de&lt;br /&gt;mecanismos psíquicos em nós que se conformam com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINK: &lt;a href="http://www.perspectiva.ufsc.br/pontodevista_05/02_souza.pdf"&gt;http://www.perspectiva.ufsc.br/pontodevista_05/02_souza.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-1613448824941848249?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/textos.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-7961813348874120635</guid><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 23:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-08T16:30:57.765-07:00</atom:updated><title>Lealdade vs. Fidelidade</title><description>A meu ver, há uma diferença muito grande entre Lealdade e Fidelidade. Tão grande, mas tão grande, que uma nada tem a ver com a outra. O mais infiel dos seres pode ser o mais leal (geralmente, é), enquanto que o mais fiel pode ser o mais desleal (geralmente, também é).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fidelidade prende-se com o respeito pelos compromissos que se assumem perante uma pessoa, enquanto a lealdade tem a ver com o respeito devido à própria pessoa, isto é, ao seu âmago enquanto indivíduo, algo de tão precioso e tão delicado a que chamamos frequentemente dignidade do ser humano. Além disso, a fidelidade existe somente no contexto amoroso e no contexto dos negócios (de certeza que já ouviram falar dos contratos de fidelização das operadoras telefónicas…), enquanto a lealdade existe em relação a todas as pessoas, principalmente àquelas com quem estabelecemos relações de proximidade (profissionais, amorosas, de amizade, etc.). Simplificando (muito) a coisa, eu diria que a infidelidade fere o orgulho, enquanto a deslealdade fere a dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infidelidade põe fim ao compromisso, mas não impede que nasçam outros, novos. Depois da infidelidade podem surgir novos compromissos, assumidos perante as mesmas ou perante outras pessoas, basta que a isso ambas estejam dispostas. Contudo, a deslealdade não pode dar lugar a outras pessoas, a novas pessoas, porque as pessoas não se “fabricam”, não se criam por acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, para mim, a lealdade é muito mais importante do que a fidelidade, porque as pessoas têm muitíssimo mais importância do que os compromissos. Os compromissos começam e acabam, renovam-se, são substituídos, voltam a começar e a acabar. Mas as pessoas que passam pela nossa vida, essas, deixam marcas eternas, indeléveis e, em certa medida, diria até que nos constroem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dever de fidelidade cessa quando cessam os compromissos; o dever de lealdade para com o nosso semelhante não cessa depois dos compromissos, não cessa sequer depois da morte, porque depois da morte há ainda um nome e uma memória a respeitar, à qual devemos um comportamento leal. É por isso, julgo, que a infidelidade se perdoa, se esquece, tem importância diminuta e não faz de ninguém um ser menor, mas tão somente humano (desenganem-se os que ainda pensam que há pessoas 100% fiéis, pois tal coisa não existe, a não ser que se defenda que a infidelidade é somente física). E é também por isso que a deslealdade é vergonhosa, inesquecível, inapagável e imperdoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infidelidade é algo que devemos evitar a todo o custo, é algo de que não devemos orgulhar-nos e que é, do ponto de vista das relações humanas honestas, incorrecto. Mas a deslealdade, caro leitor, a deslealdade é uma filhadaputice inqualificável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-7961813348874120635?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/lealdade-vs-fidelidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-7352004499775117017</guid><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 23:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-08T16:14:16.613-07:00</atom:updated><title>frase de Ayrton Senna</title><description>Dinheiro é um negócio curioso. Quem não tem está loco para ter; quem tem está cheio de problemas por causa dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ayrton Senna&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-7352004499775117017?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/frase-de-ayrton-senna.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-708877998756980185</guid><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 23:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-08T16:12:24.120-07:00</atom:updated><title>Multiplos</title><description>Não sei quem sou, que alma tenho.&lt;br /&gt;Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.&lt;br /&gt;Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...&lt;br /&gt;Sinto crenças que não tenho.&lt;br /&gt;Enlevam-me ânsias que repudio.&lt;br /&gt;A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta&lt;br /&gt;traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,&lt;br /&gt;nem ela julga que eu tenho.&lt;br /&gt;Sinto-me múltiplo.&lt;br /&gt;Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos&lt;br /&gt;que torcem para reflexões falsas&lt;br /&gt;uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.&lt;br /&gt;Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor,&lt;br /&gt;eu sinto-me vários seres.&lt;br /&gt;Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,&lt;br /&gt;como se o meu ser participasse de todos os homens,&lt;br /&gt;incompletamente de cada (?),&lt;br /&gt;por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-708877998756980185?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/multiplos.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-3472477842363542557</guid><pubDate>Tue, 07 Oct 2008 11:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-07T04:22:16.673-07:00</atom:updated><title>Loucos e Santos</title><description>Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.&lt;br /&gt;Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.&lt;br /&gt;A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.&lt;br /&gt;Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.&lt;br /&gt;Deles não quero resposta, quero meu avesso.&lt;br /&gt;Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.&lt;br /&gt;Para isso, só sendo louco.&lt;br /&gt;Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.&lt;br /&gt;Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.&lt;br /&gt;Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.&lt;br /&gt;Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.&lt;br /&gt;Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.&lt;br /&gt;Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.&lt;br /&gt;Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.&lt;br /&gt;Não quero amigos adultos nem chatos.&lt;br /&gt;Quero-os metade infância e outra metade velhice!&lt;br /&gt;Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.&lt;br /&gt;Tenho amigos para saber quem eu sou.&lt;br /&gt;Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-3472477842363542557?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/loucos-e-santos.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-2708388602173435326</guid><pubDate>Mon, 06 Oct 2008 17:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-06T10:59:40.144-07:00</atom:updated><title>Sem título</title><description>Não há morte sem vida, nem vida sem morte.&lt;br /&gt;Mas há também uma morte em vida... e a morte em vida, é exatamente a vida, proibida de ser vivida.&lt;br /&gt;A tua, há muito que deixou de ter sentido. A loucura tomou a tua alma e apoderou-se de ti como um troféu, que ostenta orgulhosa, deixando-te apenas o corpo, que, cambaleante, se arrasta pelos dias, à mercê de um destino sombrio e degradante, onde mergulhaste aos poucos sem te aperceber.&lt;br /&gt;A tua alienação atingiu o ponto máximo, levando-te a cometer um erro fatal!&lt;br /&gt;Não querias, bem sei, mas teve de ser... amarraram-te e levaram-te à força num internamento compulsivo, na ala da psiquiatria.&lt;br /&gt;Mas o que me choca, nem é isso, porque estás doente e tens de te tratar. O que me choca mesmo, é ninguém te ter procurado desde aquele dia. Lembro-me de me teres dito um dia, que tinhas um irmão ou irmã, não estou bem certo. A tua mãe, e também um filho do qual me chegaste a mostrar a fotografia que trazias na tua carteira, era lindo! &lt;br /&gt;Era o mesmo que a mãe conseguiu roubar de ti e pelo qual lutavas no tribunal, apesar de já se terem passado largos anos e de ele, entretanto ter crescido...&lt;br /&gt;Agora pergunto eu:&lt;br /&gt;Não terão saudades?&lt;br /&gt;Não terão dado pela tua falta?&lt;br /&gt;Estás mergulhado na loucura e na solidão profunda e isso... é muito, muito triste!&lt;br /&gt;A distância permite-nos a saudade... mas nunca o esquecimento...&lt;br /&gt;E esqueceram-se de ti!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-2708388602173435326?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/sem-ttulo.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-4233662845054392766</guid><pubDate>Fri, 03 Oct 2008 11:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-03T04:55:38.966-07:00</atom:updated><title>"Let Me Fall"</title><description>"Let Me Fall" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let me fall &lt;br /&gt;Let me climb &lt;br /&gt;There's a moment when fear &lt;br /&gt;And dreams must collide &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Someone I am &lt;br /&gt;Is waiting for courage &lt;br /&gt;The one I want &lt;br /&gt;The one I will become &lt;br /&gt;Will catch me &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So let me fall &lt;br /&gt;If I must fall &lt;br /&gt;I won't heed your warnings &lt;br /&gt;I won't hear them &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let me fall &lt;br /&gt;If I fall &lt;br /&gt;Though the phoenix may &lt;br /&gt;Or may not rise &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I will dance so freely &lt;br /&gt;Holding on to no one &lt;br /&gt;You can hold me only &lt;br /&gt;If you too will fall &lt;br /&gt;Away from all these &lt;br /&gt;Useless fears and chains &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Someone I am &lt;br /&gt;Is waiting for my courage &lt;br /&gt;The one I want &lt;br /&gt;The one I will become &lt;br /&gt;Will catch me &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So let me fall &lt;br /&gt;If I must fall &lt;br /&gt;I won't heed your warnings &lt;br /&gt;I won't hear &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let me fall &lt;br /&gt;If I fall &lt;br /&gt;There's no reason &lt;br /&gt;To miss this one chance &lt;br /&gt;This perfect moment &lt;br /&gt;Just let me fall&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-4233662845054392766?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/10/let-me-fall.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-8682471183266262793</guid><pubDate>Tue, 30 Sep 2008 01:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-29T18:41:11.631-07:00</atom:updated><title>Eu Não Vou Dizer Nada (Além Do Que Estou Dizendo)</title><description>Eu não vou falar de amor &lt;br /&gt;E nem vou falar do tempo &lt;br /&gt;Eu não vou dizer nada &lt;br /&gt;Além do que estou dizendo &lt;br /&gt;Eu não vou dizer &lt;br /&gt;O que realmente penso &lt;br /&gt;Até mesmo porque &lt;br /&gt;Não tenho nada a dizer &lt;br /&gt;Eu não vou dizer &lt;br /&gt;O que realmente sinto &lt;br /&gt;Até mesmo porque &lt;br /&gt;Não é o que eu quero fazer &lt;br /&gt;Eu não vou falar de culpa &lt;br /&gt;E nem de arrependimento &lt;br /&gt;Mas só do que eu digo agora &lt;br /&gt;E aqui neste momento &lt;br /&gt;Eu não vou falar &lt;br /&gt;De novo o que eu falei &lt;br /&gt;Eu não vou falar &lt;br /&gt;De mim nem de ninguém &lt;br /&gt;Eu não vou falar &lt;br /&gt;De coisas que eu não sei &lt;br /&gt;E nem vou falar &lt;br /&gt;Do que eu conheço bem &lt;br /&gt;Eu não vou contar uma história &lt;br /&gt;E nem vou dar explicação &lt;br /&gt;Eu não vou falar de flores &lt;br /&gt;E nem da televisão &lt;br /&gt;Eu não vou falar de nada &lt;br /&gt;Eu não vou falar de nada &lt;br /&gt;E isso é só o que basta &lt;br /&gt;Pra fazer esta canção&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-8682471183266262793?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/09/eu-no-vou-dizer-nada-alm-do-que-estou.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-2714808666733289099.post-8174005496152729610</guid><pubDate>Thu, 25 Sep 2008 19:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-25T12:41:49.616-07:00</atom:updated><title>Balela</title><description>Sábias teses e ilusões sem fim&lt;br /&gt;Ying, Jung, I Ching e outras cabalas&lt;br /&gt;Procurando Deus entre as folhagens do jardim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tolos fomos nós, que bom que foi assim&lt;br /&gt;Que achamos um lugar pra ter razão&lt;br /&gt;Distantes de quem pensa que o melhor da vida&lt;br /&gt;É uma estrada estreita e feita de cobiça&lt;br /&gt;Que nunca vai passar por aqui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra de longas primaveras&lt;br /&gt;De andar pela cidade&lt;br /&gt;Saudando novas eras&lt;br /&gt;Sonhando com certeza&lt;br /&gt;Salvar a natureza&lt;br /&gt;Ao final da tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seremos sempre assim, sempre que precisar&lt;br /&gt;Seremos sempre quem teve coragem&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;De errar pelo caminho e de encontrar saída&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No céu do labirinto que é pensar a vida&lt;br /&gt;E que sempre vai passar por aí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auras, carmas, drogas siderais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2714808666733289099-8174005496152729610?l=chavedefenda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://chavedefenda.blogspot.com/2008/09/balela.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Baldassarrini)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item></channel></rss>